sábado, 22 de agosto de 2009

Sem título

Acordo, paro, olho e me vejo entre
O espelho e a sempre presente pergunta:
Ainda sou aquelel fruto de um ventre
Ou tornei-me fruto da constante permuta?

Não posso tecer o meu auto-retrato
Enquanto meu corpo estiver em guerra.
E vez ou outra provo a paz num contrato,
É quando ponho meus pés sobre a terra.

Por não saber quem sou, realizo a proeza
De ser tudo e nada... Continuo assim
Tendo a cabeça erquida como lema

Somente posso afirmar com certeza
Que há alguém escondido dentro de mim
Podendo ser mais eu do que eu mesma...

4 comentários :

  1. maria.cecilia disse...

    adorei o seu blog, Cinthia!!!!
    Beijoooo

  2. Unknown disse...

    Algún día quizás
    podré decirte algo,
    que sea importante
    algo hecho con sabiduría

    Algún día sabré
    un poco más de lo que sé
    poco a poco tropezando menos
    ojalá el tiempo sirva de algo.

    Mientras tanto vamos todos en el mismo tren
    cometiendo errores y pisando mal
    mientras tanto vamos en este vaiven
    que nos lleva y trae pisando mal
    quizás el paso del tiempo nos enseñe algo.

    No te puedo engañar
    decir que sé más de lo que es
    todo lo hago por cuidarte
    esa es mi mayor preocupación
    pero algún día quizás, podré ayudarte en algo
    será mi regalo que te pueda dar.

  3. Unknown disse...

    como é bom poder ver o seu talento querida cinthinha.
    até lembrei que estou com saudades.

    um beijo no seu joelho preto.

  4. Lucas disse...

    Muito bom, babe.
    Saudades de vc, vi as fotos do rio e senti inveja =P. Espero te ver no gaúcho! Bjo.

    -Lucas